Disputa legal EU-R, Reclamação

EU-R Reclamação Big Boss

Boa tarde a todos!

Estou numa disputa legal contra a Eu-r, devido a ter uma Scooter Big Boss com 10.000 KM, que está completamente podre, repito mesmo podre!!! Solicito a quem tem problemas com motas vendidas por estes Srs da EU-R, e que queira justiça que me contacte.
Apenas unidos, iremos ser ressarcidos dos inúmeros problemas colocados pelas motas que a Eu-r vende e dá deveria dar assistência adequada.

Victor
bigbossdefeitospt@gmail.com

Generic XOR 125, uma pequena desportiva [7/10]

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Os Austríacos parecem mesmo estar determinados em penetrar no mercado das scooters 125. Também disponivel em 50cm3, esta scooter  desportiva afirma o seu lugar graças à sua ligeireza e a sua vivacidade.

Apesar da fábrica ser chinesa, o desenvolvimento das criações é feita na Áustria o qual obriga à fábrica um padrão de qualidade superior e rigoroso. De relembrar que a Piaggio também segue o mesmo esquema para a produção dos modelos mais baratos, nomeadamente a Zip e a Fly.

Estilo “Kiska”

Conhecido no mundo das duas rodas, por ter desenhado toda a gama KTM, o prestigioso designer Kiska, também de origem austríaca, concebeu o design das scooters Generic, incluindo o desta pequena Xor 125. Reconhece-se aqui o seu estilo anguloso, com uma frente pontiaguda quase como uma flecha, equipado com um par de ópticas bastante apelativas. Em geral todo o conjunto funciona bastante bem. Quanto à conclusão da scooter, é um pouco mais controversa. Se por um lado os elementos de carroçaria são cuidados e bem ajustados, não é o caso de certos elementos finais. Lamenta-se, por exemplo, o final do banco ligeiramente “fino” que torna o acabamento da mala pouco perfeito; os espelhos que ficam desregulados constantemente; um dos apoios do descanso central que não funciona particularmente bem a nivel estetico, por ser muito visivel; ou ainda a tampa de gasolina externa, que fecha à chave, mas que acaba por necessitar da abertura da mala. Resumidamente, alguns problemas de concepção… mas que depois contrastam com o bonito escape em inox ou mesmo com o magnífica pintura em preto mate, ornamentado de motivos tribais. O seu pequeno porte limita a lista dos equipamentos: um gancho porta-sacos, um descanço lateral e os pousa-pés que acabam por ser o prolongamento do pavimento. Quanto ao painel de instrumentos informa-nos sobre o mínimo: a velocidade, a quilometragem total e o nível de gasolina. Mas é de não esquecer que esta Xor 125 é uma simples extrapolação do modelo 50 cm3 já existente no qual o equipamento não é uma prioridade.

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Uma scooter 100% urbana

O look exclusivo e o pequeno porte da Xor 125 fazem dela uma scooter totalmente destinada aos pequenos trajectos urbanos. A sua ligeireza e a sua altura do banco razoável facilitam a sua tomada em mão, de modo que é acessível a todos. Lamenta-se porém que o pavimento não deixe mais espaço para os pés. O guiador surge-nos bem colocado e o banco ergonómico pareceu-nos bastante confortável. Quanto ao passageiro de trás, este beneficia de uma base muito curta, de modo que encontra-se muito colado ao condutor, mas a falta de espaço é a principal desvantagem destas pequenas scooters urbanas, bem como a falta de protecção. Uma vez em estrada, aprecia-se a sua maneabilidade exacerbada graças às suas jantes de 12 polegadas e o seu diâmetro de viragem muito curto que lhe permitem meter-se no tráfego como um peixe na água. A noção de conforto continua a ser subjectiva nesta Xor 125, onde falta inegavelmente progressividade a nível das suspensões. As batidas são absorvidas relativamente bem, mas a falta de hidráulica de retenção provoca um movimento de salto que pouco nos tranquiliza e consequentemente são absorvidas pelas costas do condutor. Esta falta de progressividade das suspensões desabilita igualmente o comportamento de estrada em curva, onde a scooter tende a deslizar a partir das irregularidades do piso. No sistema de travagem, a Generic oferece muito boa travagem graças a um disco dianteiro e um travão de tambor traseiro dotados da progressividade necessária. A Generic optou por um motor refrigerado por ar, também ele de origem chinesa, baixando assim ainda mais os custos de fabrico. Este motor apesar de tudo assegura boas acelerações na média das pequenas scooters urbanas. Quanto à velocidade de ponta, a Xor 125 acaba por pendurar nos 90 km/h reais, o que torna muito fastidiosas as viagens em trajectos longos.
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Conclusão

Apesar os seus pequenos defeitos de concepção, e das suas suspensões, a Xor 125 assegura muito eficazmente as suas funções de pequena citadina viva e ágil. O seu look desportivo desenhado por Kiska demarca-se das produções chinesas existentes, mas sobretudo o seu preço apresentado permanece entre um dos factores chave. Esta scooter beneficia além disso de uma garantia de dois anos, que tranquiliza sobre a sua fiabilidade, que por vezes é colocada em causa nos artigos chineses.

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Facilidade de adaptação
Look exclusivo
Sistema de Travagem
Preço


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Equipamento
Tamanho
Velocidade máxima


NOTA  FINAL: 7/10

Motor: 6/10
Performance: 6/10
Estetica: 9/10
Equipamento: 7/10
.
Velocidade máxima: 92km/h
Aceleracaõ 0-100 m: 9,1seg
Diâmetro viragem: 3460 mm
Conso. media: 4,5 l/100km
Autonomia: 130km

Vendas de motos em 2009

Segundo os dados fornecidos pela ACAP as matriculações totais de motociclos durante o ano de 2009 tiveram, relativamente a igual período de 2008, um aumento de quase 21% !

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Analisando apenas os meses de Novembro, o aumento em 2009 foi superior a 100% das vendas registadas em 2008. Em termos de marcas chinesas, apenas a Keeway se demarca, conseguindo o 8º lugar da tabela +50cc e o fantástico 1º lugar nas 50cc.

No Top 10 de modelos, a Keeway Super Light é a única chinesa a aparecer bem colocada com 262 unidades.

Seguindo a tendência dos meses anteriores, a quebra de matriculações das “cinquentinhas” e dos “moto4” continua acentuada. Os modelos de ciclindrada inferior a 50 cc registam uma diminuição superior a 23% enquanto que os Moto4 perderam praticamente 33% da sua cota de mercado, isto em comparação com o total de 2008.

Image

Eu-R MAG 125 [5.5/10]

Adaptado de SCOOTER-INFOS.com

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Dentro da gama das scooters chinesas, a Eu-r apresentou este ano a MAG 125.
É uma maxi-scooter inspirada claramente no modelo da Yamaha Majesty 250, e por isso dispõe de uma imagem bem apelativa.

Acabamentos duvidosos

Se por um lado o design dá nas vistas, os acabamentos, esses, não primam pela perfeição! A presença de vestígios de oxidação no guiador e nos diversos parafusos de carroçaria é evidente; e apesar de existirem alguns aspectos mais positivos, como a sinalização de emergência ou o travão de estacionamento disponíveis, os descansos por exemplo parecem ser muito mal desenhados. Veja-se como exemplo o descanso central que é quase impossivel de colocar…

Apesar de tudo é fácil de utilizar

Com um banco relativamente baixo, está é uma maxi-scooter acessível à maioria das pessoas, mesmo às de estatura mais reduzida.
O condutor consegue facilmente esticar as pernas, apesar de ficarem ligeiramente levantadas; e para quem gosta de uma condução tipo “custom” esta scooter disponibiliza-nos um grande guiador “desnudado” em conjunto com uns espelhos grandes tipo “tuning”.

O angulo de viragem é que é demasiado grande, impossibilitando grandes manobras a baixa velocidade, mas em estrada até se mostra estável. Com os 95 km/h de velocidade máxima reais (apesar de marcar 120km no conta-quilometros), as acelerações parecem-nos correctas e a transmissão eficaz. Os amortecedores por conseguinte é que não são suficientes em estradas mais irregulares, mas isto deve-se à sua qualidade de gama-baixa.

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Conclusão

Com uma estética apelativa esta é uma scooter que seduz 1ª vista; mas se tivermos em consideração a relação preço/qualidade fica aquém das expectativas. Lembremos-nos que pelo mesmo preço, temos disponível, por exemplo, as Daelim S2, que apesar de não dar tanto nas vistas, são incomparavelmente melhores!

O que mais gostámos:
Design apelativo
Altura do Banco
.
O que não gostámos:
Velocidade máxima real
Acabamentos
Espaço dos arrumos
Relação preço/qualidade

.

Motor: 5/10
Performance: 5/10
Estética: 7/10
Equipamento: 5/10
.
Velocidade máxima: 95km/h
Aceleração 0-100 m: 9.2seg
Diâmetro viragem: 5010mm
Consumo. médio: 4.0/100km
Autonomia: 250km

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Nova scooter Linhai “Drive In” 125cc

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De roda alta e com um baixo consumo de combustível, a Drive-in 125 é uma scooter prática e funcional para o  dia-a-dia.

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A elasticidade do seu motor faz com que seja possível “serpentear” por entre o trânsito citadino. A segurança é garantida pelos seus travões de disco traseiros e dianteiros que dotam esta versátil scooter de uma grande maneabilidade e eficiência de travagem. O seu desenho atractivo, realçado pelo diâmetro das suas rodas, jantes de 16”, torna a Drive-in 125 não só apropriada para o uso citadino como também para fora de cidade. Realce ainda para a comodidade que oferece uma autonomia de 8 litros aliada ao já mencionado baixo consumo de combustível.

Este fantástico veículo está disponível em preto e branco, pelo preço de 1.699€ (Iva incluído).

Características

Motor
Tipo de motor: Monocícíndrico a 4 tempos SOHC
Cilindrada do motor: 125 cc
Arranque do motor: Eléctrico e pedal
Refrigeração do motor: Ar
Ignição do motor: CDI
Transmissão
Tipo de caixa: Automática CVT

Travões
Travão de serviço: Disco com pinça hidráulica
Travão auxiliar: Disco com pinça hidráulica

Pneus
Pneus Dianteiros: 100/80-16″
Pneus Traseiros: 110/80-16″

Dimensões
Capacidade Deposito: 8 L
Altura: 1.235 mm
Comprimento: 2.114 mm
Largura: 686 mm
Distancia entre eixos: 1.435 mm
Peso: 120 kg
Numero de lugares – Homologação: Homologado para 2 pessoas
Cores: Branco e Preto

Garantia: 2 anos
Preço Recomendado: 1699 €

Mercado em quebra em Outubro…

http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:G25v-XS7XD5dEM:http://www.asphaltandrubber.com/wp-content/uploads/2009/05/honda-motorcycles-for-sale-560x420.jpg&t=1De acordo com os dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), as vendas de veículos de duas rodas e de moto 4 registaram em Outubro uma queda de nada mais nada menos 25,9% !!! … face ao mês homólogo do ano anterior. Foram comercializadas 1.812 unidades em Portugal, mantendo-se a tendência de forte queda observada desde o mês anterior. Esta evolução negativa reflecte uma diminuição das vendas em todos os segmentos de mercado. Em termos acumulados, de Janeiro a Outubro do corrente ano, o mercado registou um acréscimo de 21,6 por cento face a igual período do ano transacto, tendo sido vendidas 23.902 unidades.

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Em Outubro as vendas sofreram uma quebra
de 25,9% face ao mesmo mês de 2009

Motociclos e ciclomotores
Em Outubro de 2010 o mercado de veículos de duas rodas atingiu 1.569 unidades, o que representou um decréscimo de 28,2 por cento face a igual mês de 2009. Os motociclos de cilindrada superior a 50cc situaram-se, em Outubro de 2010, nas 1.217 unidades comercializadas, o que representou um decréscimo de 31,0 por cento face ao mês homólogo de 2009. Esta queda poderá eventualmente estar associada a um efeito ano base, ou seja, à evolução muito positiva verificada no segmento dos motociclos de cilindrada entre 50 e 125 cc no mês homólogo de 2009 decorrente da entrada em vigor de legislação que permitiu aos possuidores de carta da categoria B (automóveis) conduzirem estes veículos com dispensa da carta de motociclos.

Os ciclomotores e motociclos de cilindrada igual ou inferior a 50 cc registaram, no mês de Outubro, um total de 352 unidades comercializadas, o que representou um decréscimo de 16,6 por cento face ao mês homólogo de 2009. Em termos acumulados, nos primeiros dez meses de 2010, a venda destes veículos atingiu as 4.005 unidades, ou seja, registou uma queda de 20,4 por cento, em relação ao período homólogo do ano passado.

Quadriciclos
O mercado de quadriciclos registou 243 unidades vendidas em Outubro de 2010, o que significa uma queda de 5,8 por cento face a idêntico período de 2009. Em termos acumulados, de Janeiro a Outubro, a venda de quadriciclos registou uma evolução negativa de 11,8 por cento, em relação a período homólogo de 2009, tendo sido comercializados 2.978 veículos.

Fonte: ACAP – Associação Automóvel de Portugal

Grupo Multimoto

http://www.multimoto.pt/imgs/logotipo.gif

A MULTIMOTO foi fundada em 1989 e inicialmente dedicava-se apenas à venda directa ao público de motos, motorizadas e bicicletas bem como prestando assistência. Ao longo dos anos, a empresa foi crescendo, ganhando uma posição de relevo a nível regional.

Em 1995, finalmente a Multimoto adquire a empresa Olimotor, Motos e Acessórios, Lda. Formando-se o Grupo Multimoto.

Com um crescimento sustentado ao longo dos anos, as duas empresas ocupam hoje uma posição de relevo a nível nacional, com estratégias bem definidas e distintas.

Neste momento o Grupo Multimoto é:
- Importador directo da marca LEONART
- Importador exclusivo através da Olimotor das marcas Keeway, Benelli e AEON
- Conta com uma rede de distribuidores das suas marcas de aproximadamente 150 concessionários, garantindo assim cobertura nacional.


Multimoto – Veículos e Acessórios, Lda.

R. Fr. Caetano Brandão Oliveira de Azeméis, OLIVEIRA DE AZEMÉIS, AVEIRO 3720-265
Tel: 256600870
Fax: 256600879

http://www.multimoto.pt

Reclamação: Jocel – Midi Moto Quatro

Conteúdo extraído de Queixas.co.pt

Queixa / Reclamação nº: 196600
Autor: Carlos Manuel Abreu Casaca
Entidade visada: JOCEL – Famalicão
Tipo de queixa / reclamação: Defeito
Data: 2008-07-06 – 18:27:18

A cerca de um mês comprei uma midi moto quatro no Feira Nova do Retail Park de Rio de Mouro no 1º dia que se andou na mota desaparafusaram-se as porcas que apertam o eixo traseiro que originou que o mesmo deslizasse e saissem disparadas as pastilhas de travão, no segundo dia o amortecedor frente direito desaparafusou-se com o resultado de capotanço monumental felizmente se consequências ao 3º dia não pegava devido a um problema eléctrico como estava longe no centro do país tive que mandar arranjar por minha conta e isto tudo no espaço de uma semana em que estive de férias em Junho, como o meu periodo maior de férias vai ser em Agosto e de novo no interior onde residem os meus pais imaginem o suplicio que vou ter com este brinquedo importado pela Jocel.

Entidade visada foi notificada em: 2008-07-06 18:27:18
Obteve resposta da entidade visada : nao

Sw Energy – Energias Renováveis, Lda

SW Energy Scooters Eléctricas

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Sw Energy – Energias Renováveis, Lda, apresenta-se no mercado como uma empresa especializada em produtos e serviços orientados para a excelência ambiental.
Nasceu em 2008 e tem como intuito principal oferecer qualidade a preços muito acessíveis. Assumimo-nos como instrumento de divulgação das energias renováveis e eficiência energética, desde painéis térmicos e fotovoltaicos, lâmpadas economizadoras, e ainda  veículos eléctricos, dos quais se destacam as scooters eléctricas “chinesas” JONWAY – a derradeira aposta.

Sw Energy – Energias Renováveis, Lda
Rua do Pinhal Verde, Telheiro
Leiria

E-mail: pereorlando@gmail.com
Telefone: 244826299
Fax: 244826299

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