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No segmento das scooters económicas, a Jonway Predator 125 naõ precisou de muito tempo para conquistar o mercado com o seu preco imbatível. Testámos uma das versões comercializada em Portugal para conhecer o seu real potencial... Se a estetica e claramente decalcada do antigo modelo Honda Jazz 250, o design desta Jonway e ligeiramente alterado a nível da parte traseira retomando a forma traseira da Piaggio MP3, que nos trás a possibilidade de se aceder à mala levantando a cobertura traseira, à semelhanca dos porta-bagagens dos automóveis. A ideia ate e boa, apesar da concretizacaõ ser discutível, ate porque, se um capacete cabe bem na parte traseira, a verdade e que o espaco de arrumo por baixo do banco e muito pouco profundo para guardar um capacete. A nível do painel de instrumentos compreende o essencial (nível de gasolina, relógio, conta-kilometros parcial e pouco mais) para alem de se notar a falta dos acessórios indesejados como o arcaico leitor MP3 de algumas outras versões importadas. Por fim, a nivel dos acabamentos, este parecem aceitáveis. Apesar de naõ serem surpreendentes, numa apreciacaõ global saõ bastante satisfatórios.

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Fácil, mas naõ totalmente estável

Gracas ao banco bastante baixo, ate um pouco demasiado baixo naõ facilitando uma boa visaõ da conducaõ, a Jonway Predator toma-se em maõ sem dificuldade. Iniciando-se a marcha, nota-se no entanto alguma falta de estabilidade, mas isso e mais visivel a baixas rotacões, dada a sua geometria. O conforto e naõ e esquecido, e mostra-se suficiente. Os amortecedores traseiros a gás trabalham correctamente e a viseira do condutor e bem colocada. O espaco para os joelhos e que parece ligeiramente apertado, mas apesar de tudo e possível estender as suas pernas para a frente. Quanto ao passageiro, este tambem e acolhido bem, com pousa-pes retrácteis e pegas laterais, ainda que os amortecedores mostrem aqui algumas limitacões.

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Motor pouco potente

Com 8,5 cavalos máximos, esta maxi-scooter naõ consegue rivalizar muito com outras maxi-scooters 125, mesmo de categorias mais económicas. Em cidade, e apesar de oferecer arranques ligeiramente "frouxos", tem um desempenho que permite sentir-se em seguranca mesmo no meio das filas de transito. Em estrada e em longos trajectos, a história complica-se. A velocidade máxima de 85km/h, e considerada um pouco monótona se pensarmos em grandes trajectos. O consumo medio situa-se em cerca de 4l/100 Km para uma autonomia de 250 Km.

Conclusaõ

É uma maxi-scooter muito apelativa e e muito acessível, onde a um preco baixo se consegue adquirir uma maxi-scooter com aspecto topo de gama. Mas, ao olhar de mais perto, as suas prestacões podem-se provar pouco convincentes, tanto no plano da travagem como nos desempenhos do motor, principalmente com 2 pessoas a bordo.

http://195.200.252.226/www.motoschinesas.com/wp-content/uploads/2010/07/plus_icon1.png Preco Look / Design Motor (cidade)

http://195.200.252.226/www.motoschinesas.com/wp-content/uploads/2010/07/minus_icon1.png Motor (sub-urbano) Travagem

NOTA  FINAL: 7/10

Motor: 6/10 Performance: 6/10 Estetica: 8/10 Equipamento: 7/10

Velocidade máxima: 88 km/h Aceleracaõ 0-100 m: 9,5 seg Diâmetro viragem: 4570mm Consumo medio: 4,4 l/100 Km Autonomia: 250 Km